Despertar, relacionamentos

Recolhendo os pedaços

Você já parou para pensar que somos seres humanos em pedaços?

A vida se tornou muito complexa, subdividida em frações. A visão do Todo deixou de existir para dar espaço a seções, classificações, camadas, especialidades. Ou seja, somos seres quebrados em milhares de pedaços.

Acreditamos que cada questão ou problema poderá ser resolvido a partir da visão departamentalizada da vida. Separamos o que é profissional, que não deve interagir com o emocional, e que por sua vez não tem nada a ver com o espiritual.

E a contraparte da especialidade é a multidiversidade. Quanto maior o número de opções, maior a confusão e a dúvida. Nos deparamos a cada dia com uma gama gigantesca de opções, de caminhos, de escolhas a fazer. E quais são os critérios que escolhemos para definir nossos caminhos?

Não estou dizendo que ter opções é ruim. Ruim é não ter a sabedoria necessária para escolher o que é melhor, o que é correto para você naquele momento específico da vida.

E pessoas tornam-se gado, seguindo sempre o rebanho. Não importa quantas opções existam, segue-se sempre a multidão, escolhendo o caminho mais óbvio ou mais fácil.

Essa visão fracionada da realidade faz com que o indivíduo perca o seu bem mais precioso: o tempo.

Um dos sinais de quem está alerta, buscando sua essência, é o florescer da Consciência de sua integralidade. Buscar respostas a partir da integração de corpo, mente e espírito é o início para uma vida mais harmônica e saudável.

Toda e qualquer doença se inicia no pensamento e nas emoções. Não se pode ignorar a origem das doenças, como se fez nas últimas décadas, mascarando apenas os sintomas. A conta virá mais cedo ou mais tarde.

Quantas pessoas não conhecemos que não dão a devida atenção a sintomas comuns, como dores de cabeça, dores abdominais, dores na coluna, etc. Levam anos tomando apenas paliativos para a dor, justificando que são originadas pelo stress, pela vida corrida e má alimentação. Muitas vezes consultando diversos médicos e diferentes especialistas sem sucesso. Depois de muitos anos, aceitam fazer algum tratamento alternativo, porque já que os tratamentos alopáticos não funcionaram, não custa tentar algo diferente. Sem paciência e sem determinação para mudar padrões desistem do tratamento e voltam a tomar remédios por conta própria para aliviar a dor. Passam-se mais alguns anos e a pessoa continua convivendo com a dor, culpando o mundo por estar doente. E finalmente, quando seu problema escala para algo sério, é que começa a se preocupar com a morte e vai procurar ajuda espiritual ou energética. Muitas vezes não há mais o que fazer, porque a doença já chegou a níveis irreversíveis.

A visão da espiritualidade moderna vem para alertar que somos seres realmente complexos, mas um sistema integrado. As nossas glândulas produzem hormônios que podem tanto criar saúde como destruir o nosso organismo. Por isso as emoções e pensamentos devem ser observados com cuidado a todo momento. O nosso corpo sempre irá nos alertar que algo precisa ser modificado.

A integração entre corpo, mente e espírito nos traz o entendimento que nada pode ser tratado dentro de uma única visão e que não existe verdade absoluta.

Nenhuma dor acontece do nada. Ela sempre se inicia a partir de uma atitude, um sentimento, um pensamento. Ou um conjunto de atitudes que criam uma situação de conflito, como stress, medo, ansiedade…

A dor – seja física, ou da alma – vem como um alerta para que mudemos nossos padrões.

As terapias energéticas ou vibracionais auxiliam imensamente no despertar dessa nova consciência sobre seu próprio ser e ajudam a apontar os sistemas que estão gerando conflito,  trazendo harmonia a alívio ao desbloquear os padrões nocivos que impedem a saúde e o fluxo da Vida.

Marque um atendimento e conheça mais sobre a Cura Quântica Estelar e como ela poderá ajudá-lo.

Contatos através do site:

www.terapeutasquanticos.com

E finalmente, um texto brilhante do querido J. Krishnamurti:

Conhecimento não é sabedoria
Em nossa busca por conhecimento, em nossos desejos gananciosos, perdemos amor, perdemos o sentimento da beleza, a sensibilidade à crueldade; estamos nos tornando mais e mais especializados e menos e menos integrados. A sabedoria não pode ser substituída pelo conhecimento, e nenhuma explicação, nenhum acúmulo de fatos, libertará o homem do sofrimento. O conhecimento é necessário, a ciência tem seu espaço; mas se a mente e o coração estão sufocados pelo conhecimento, e se a causa do sofrimento é explicada satisfatoriamente, a vida se torna sem valor e sem significado.
A informação, o conhecimento de fatos, embora sempre crescente, é por sua própria natureza limitada. A sabedoria é infinita, ela inclui conhecimento e o meio de ação; mas nós pegamos um galho e consideramos que ele é a árvore inteira. Através do conhecimento de uma parte, não podemos perceber a alegria do todo. O intelecto nunca pode levar ao todo, pois ele é só um segmento, uma parte.
Nós separamos o intelecto do sentimento e desenvolvemos o intelecto às custas do sentimento. Somos como um objeto de três pernas com uma perna muito maior que as outras, e não temos equilíbrio. Somos treinados para ser intelectuais; nossa educação cultiva o intelecto para ser astuto, esperto, ganancioso, e assim ele tem o papel mais importante em nossa vida. Inteligência é muito maior do que intelecto, pois é a integração de razão e amor; mas só pode haver inteligência quando há autoconhecimento, a profunda compreensão do processo total da pessoa.

J. Krishnamurti, The Book of Life

 

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