Despertar

NÃO ESPALHA!!!

Como Tesla já dizia sabiamente, pense no Universo enquanto frequência e vibração, e você entenderá como ele funciona.

Todas as pessoas que já tiveram ou estão enfrentando problemas de saúde em suas famílias sabem como é difícil manter-se equilibrado. O que se quer é buscar a solução para o problema o mais rápido possível. Muitas vezes, sem importar como, onde e “quanto”.

Algumas doenças são silenciosas, enquanto que outras devastadoras, aparecendo para alterar completamente as perspectivas e objetivos do paciente e de sua família.

Então, como os amigos e familiares podem ajudar neste processo?

A maioria dos seres humanos se vêm obrigados a fazer algo de “bom” para quem está doente, muitas vezes para aplacar os seus próprios sentimentos de culpa em relação ao paciente e sua família, ou mesmo aquela culpa ancestral, vinda dos processos religiosos que dizem que para sermos bons temos que demonstrar dó ou pena.  Sentir dó é sentir-se triste, assumir um grande pesar pelo que o outro está passando. E a pena é sentir efetivamente aflição.

Enquanto que ter empatia significa compreender o sentimento do outro, mas não significa que você tenha que sentir o mesmo que ele.

Ao entender inicialmente qual é o seu sentimento com relação à doença, avalie como você pode mudar o estado de pena ou dó – que são extremamente prejudiciais tanto para o paciente quanto para quem sente – para empatia, antes de entrar em contato com o paciente ou sua família. Sentir empatia é ser capaz de compreender o que o paciente está passando, mas sem entrar na mesma energia. Aí sim você será capaz de trazer algo de bom, com mensagens de ânimo e a capacidade de pensar em alternativas positivas que irão tornar a vida desta família mais leve e feliz.

Todos de alguma maneira temos algo a aprender através da dor, que deixamos de aprender através do amor. Muitos escolheram (muitas vezes inconscientemente) passar por algo traumático para expurgar ou acelerar seu processo ascensional. E a nossa visão em 3D é muito limitada para avaliar todos os componentes de uma doença grave, sejam físicos, emocionais, energéticos ou espirituais. Mas de alguma maneira, ninguém que está passando pela doença é totalmente inocente quanto ao seu processo. E não cabe a ninguém além do próprio paciente julgar o motivo de estar passando por isso. E aos seus familiares diretos, que estão igualmente passando por um momento traumático e como família precisam avaliar seus contratos ancestrais e aquilo que o grupo precisa aprender.

Então, para que você não entre na energia do dó ou da pena, que são extremamente negativos, saiba que não existem “coitados”. Alguns conceitos mundialmente aceitos são tão injustos que precisam ser reavaliados honestamente. Não, a figura divina não é justa ou “sabe o que faz”. Quem deveria saber o que faz, e fez, é cada um de nós, através de nossas ações, pensamentos e sentimentos. Cabe a cada um deixar de ser vítima das circunstâncias e assumir sua responsabilidade pelo seu corpo, sua saúde, sua energia através do que emana, do que vibra, do que emite.

E quando você, que está saudável, compartilha uma mensagem sobre doença, saiba que o paciente ao ler esse tipo de mensagem, recebe uma carga de “pena”, ou seja, energia de aflição, culpa, medo. E quem não está doente, recebe a mesma carga negativa.

Analisem objetivamente essa mensagem que está sendo compartilhada, entre tantas outras semelhantes:

“Hoje começo a quimioterapia, com fé em Deus que ele me ajudará a vencer essa batalha! (medo) Ao contrário de outros, este pequeno pedido não resultará na eliminação de amigos da minha lista. (culpa) Como eu tenho um interesse pessoal em os efeitos do câncer, eu quero ver quem lê e quem compartilha sem ler! (dó) Se você leu tudo, selecione “Like”, para que eu possa colocar um obrigado no teu perfil. Eu sei que 97 % de vocês não vão transmitir isso, mas meus amigos serão os 3 % que vai fazê-lo. (culpa)

(o pior é que continua…)

Se você tem um amigo ou conhecido doente, ao invés de compartilhar esse tipo de mensagem que de verdade não ajuda em absolutamente NADA, faça algo silencioso, sem a necessidade de exibir publicamente a sua pena. Energeticamente será muito mais efetivo. Ou pior, se você não conhece ninguém doente, mas achou “bonito” compartilhar, pense no mal que isso está fazendo para todos que leem, além do mal que está fazendo para você.

Entendam que esse tipo de mensagem não traz qualquer esclarecimento sobre a doença, não apresenta nenhuma forma inovadora de tratamento, não traz qualquer solução ou mensagem positiva. Com o perdão do Português, apenas espalha merda.

Finalmente, seja responsável pelo que você compartilha, tanto pessoal quanto virtualmente. Porque hoje em dia, o poder do virtual é muito maior do que o da vida real. Infelizmente.

Como na foto, se não puder espalhar flores, não faça nada!

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2 comentários em “NÃO ESPALHA!!!”

  1. Eliana,
    Muito bem colocado a sua opinião sobre este assunto, vem de encontro ao que sinto, com muito mais detalhes em cada frase.

    Gratidão pelo ponto de vista explicativo.
    Nivaldo.

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